Essencialmente, gostaria de dizer como este mandamento do Falar, trás importante mecanismo para que possamos nos perguntar. O que está errado ou faltando nas relações humanas nos dias atuais? Onde as pessoas não têm o tempo que gostaria de ter, passando desse modo a incluir ou apresentar
um comportamento escravo desse tempo. E, que tempo é este, que afasta as pessoas? Será o tempo científico, como por exemplo, as informações velozes da Internet, mas essa ferramenta de trabalho e de lazer, não veio para encurta distância? Pois, na verdade enfraqueceu nossos relacionamentos interpessoais. É um tal, de mande pelo “e-mail”, e nada de passe lá em casa.
Falar com as pessoas, um princípio básico nas relações pessoais, mas não basta o cumprimento tem que vim acompanhado de um belo sorriso.O falar contextualizado nos Dez Mandamentos das Relações Humanas de Gabriel Shalita, considera-o leque maior nas relações interpessoais, cabe nesta oportunidade fazemos uma reflexão de velho adágio, que diz com muita propriedade “Para os grandes males: os grandes remédios”. O não falar atual está sinalizado nos comportamentos que os instrumentos de comunicação, aqui representadas pelo mundo virtual, cibernético... Que sem nós percebemos estamos empurrando de goela adentro em nossas crianças, o grande remédio é o falar que é a comunicação eficaz, simples e inerente do ser social, mas porque a conversação virtual reduz de forma a amputar as prosas pessoas, já que é o falar da geral jovem atual. Sim qual é o por quê? Verdadeiramente não sei! Precisamos fazer uma grande campanha para que esse mundo virtual não desmorone os nossos lares, e invada as universidades e as escolas e todos os lugares onde se reúnem pessoas de todas as idades, levando ao pânico do não falar, pessoalmente, e sim de irem correndo para casa para conversarem com seu mundo virtual, o PC individual ou até mesmo familiar!
Outrora, o falar pessoalmente era de um prazer tão enorme quanto segurar na mão de quem ama, e a conversar fiado; bater papo, papear? E Como se faz? Hoje esse falar pessoal estar mais para vou te conectar, vou te dirigir um “torpedo”, ou tenho seu correio eletrônico, abre teu “e-mail” que te falo pessoalmente????. Falo pessoalmente, fala com a máquina, só se for! . Ou ainda, tal hora estou em “on-line” é como se efetua o falar entre duas ou mais pessoas atualmente. O pior, que há pouco, estava eu conectado nesse troço on-line, já pensou? Quando em datas atuais você ouviu a nova juventude falar de escrever uma carta? Uma cartinha, um bilhete? Um recadinho só...., Não, mais certamente já ouviu: “vou digitar e imprimir”, escrever á punho que sensibilizar o falar por gesto, não, porém escrever na máquina sim, há isso com certeza viu e ouviu. Em fim, quebram-se os mandamentos das relações pessoais, acho que enlouquece Gabriel Chalita, quase que instantaneamente, esse virtual mundo do falar. Mesmo com esta falta do falar no relacionamento pessoal, falo aqui de contato, olho no olho, a família ainda é a solução para buscar este comportamento engessado pela velocidade das informações que nos trás tanto conhecimento aos nossos jovens mais os deixa isolados do contato físico do calor humano, para não dizer do bafo, da respiração do falar de perto. Porquanto, esta relação é substituída pela linguagem eletrônica e suas ferramenta digitais: computadores e internet, programas de voz.....E mais sei lá o que mais. Aumente suas relações tratando seus próximos pelo nome, parece uma ação simples, que na realidade é, mas trás um resultando inesperado, quando ouvirmos o nosso nome. Nossas amizades precisam ser de uma sinceridade tamanha de um verdadeiro amigo, como diz Milton Nascimento (cantor e compositor brasileiro): “Amigo é coisa para se guardar no lado esquerdo do peito”, ter no fundo do coração esse amor sincero, é esta bem consigo mesmo. Devemos lembrar da importância do saber ouvir e falar na hora certa, de fazer elogios e de ter a capacidade de perceber os sentimentos dos outros, para que possamos ter um relacionamento confiável e amável, corroborando desta forma com o princípio do “falar”José Carlos dos Santos Mélo.
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